LIVRETO CELEBRATIVO
1º DIA DO TRÍDUO DE CORPUS CHRISTI
01.06.2026
"Com Jesus e Como Jesus, na Sua Igreja, Prontos para Servir!"
ACOLHIDA
Canta-se um refrão meditativo preparando-se para o recolhimento e a adoração.
Em seguida o celebrante faz a introdução do momento de adoração.
"Com Jesus e Como Jesus, na Sua Igreja, Prontos para Servir!"
ACOLHIDA
Canta-se um refrão meditativo preparando-se para o recolhimento e a adoração.
Ref.: A nós descei, divina luz! A nós descei, divina luz! Em nossas almas
acendei o amor, o amor de Jesus! O amor, o amor de Jesus!
Com. Caríssimos irmãos e irmãs, fomos convocados como Igreja de Teresina,
enquanto nos preparamos para a celebração da festa de Corpus Christi, para
que, contemplando a Eucaristia e escutando a Palavra de Deus, possamos
redescobrir a nossa vocação para o serviço. Disponhamo-nos a um encontro
sincero com o Senhor e renovemos nosso “Sim” obediente ao seu chamado. Que
o Espírito Santo reforce e consolide a comunhão que nos une como Igreja, afim
de que, fortalecidos pela nossa participação na Mesa Eucarística, renovemos
corajosamente o nosso compromisso de servidores e testemunhas do
Evangelho.
EXPOSIÇÃO DO SANTÍSSIMO SACRAMENTO
Enquanto se expõe o Santíssimo no Ostensório ou coloca-se a Âmbula sobre o altar, canta-se:
Enquanto se expõe o Santíssimo no Ostensório ou coloca-se a Âmbula sobre o altar, canta-se:
1. Bendito, louvado seja ://: O Santíssimo Sacramento!
2. Os anjos, todos os anjos://: Louvem a Deus para sempre. Amém!
3. Fazei-me, Virgem Maria, ://: Sacrário vivo da Eucaristia.
Em seguida o celebrante faz a introdução do momento de adoração.
Cel.: Deus, † vinde em nosso auxílio
T.: Senhor, socorrei-nos e salvai-nos.
Cel.: Ó Deus, tornai atento o nosso ouvido
T.: Para escutarmos com atenção a vossa Palavra.
Cel.: Despertai, Senhor, o nosso coração
T.: Para permanecermos diante de vós em vigília e adoração.
Cel.: Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo
T.: Como era no princípio, agora e sempre. Amém.
Cel.: Graças e louvores sejam dados a cada momento (3x)
T.: Ao Santíssimo e Diviníssimo Sacramento.
Cel.: Invoquemos o Espírito Santo, para que ele nos guie e nos ensine a adorar o Senhor em espírito e verdade.
Canta-se o canto ao Espírito Santo.
Ref.: Vem, Espírito Santo, vem. Vem iluminar
01. Nossos caminhos, vem iluminar!/ Nossas ideias, vem iluminar!/ Nossas angústias, vem iluminar!/ As incertezas, vem iluminar
02. Toda a Igreja, vem iluminar/ A nossa vida, vem iluminar!/ Nossas famílias, vem iluminar!/ Toda a terra, vem iluminar!
Em seguida, lê-se a prece, intercalada com a resposta
Leitor 1.: Irmãos e irmãs o Senhor recordou-se de sua misericórdia. Ele nos salvou e nos chamou a uma vocação santa, não em razão de nossas obras, mas segundo o propósito da sua graça, graça que ele nos deu em Cristo Jesus, desde toda a eternidade.
T.: Bendito seja Deus, Pai do Senhor Jesus Cristo.
Leitor 2.: Como eleitos de Deus, santos e amados, somos chamados a nos revestirmos de sentimentos de misericórdia e bondade, de humildade e mansidão, de paciência, suportando-nos mutuamente e perdoando, como o Senhor nos perdoou.
T.: Bendito seja Deus, Pai do Senhor Jesus Cristo.
Leitor 3.: Celebremos a fidelidade de nosso Deus que realizou a salvação em seu Filho Jesus Cristo, morto e ressuscitado. Confiamos ao seu coração nossa pobreza e fragilidade, pois cremos que, em sua presença, o humilde jamais experimenta a desilusão, porque ele é rico em misericórdia para quem o invoca.
T.: Bendito seja Deus, Pai do Senhor Jesus Cristo.
Leitor 4.: Coloquemo-nos concordes diante do Senhor, trazendo nossas alegrias e tristezas, dores e esperanças, animados de afeto fraterno, misericordiosos e humildes, conscientes de que todos fomos chamados a possuir em herança a bênção.
T.: Bendito seja Deus, Pai do Senhor Jesus Cristo.
Leitor 5.: Que o nosso coração esteja puro de toda aspereza, ira e maledicência. Que entre nós reine a comunhão, a benevolência e o perdão.
T.: Bendito seja Deus, Pai do Senhor Jesus Cristo.
Cel.: Doa-nos ó Pai, a plenitude do Espírito, a fim de que nos tornemos um só corpo e um só espírito e adoremos o Senhor em Espírito e verdade.
T.: Amém
Enquanto todos se recolhem em adoração, contemplando a presença do Senhor no Sacramento, canta-se:
Ref.: Que o Santo Sacramento, Que o próprio Cristo Jesus, Seja adorado e seja amado, Nesta terra de Santa Cruz! (bis)
Cel.: Despertai, Senhor, o nosso coração
T.: Para permanecermos diante de vós em vigília e adoração.
Cel.: Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo
T.: Como era no princípio, agora e sempre. Amém.
Cel.: Graças e louvores sejam dados a cada momento (3x)
T.: Ao Santíssimo e Diviníssimo Sacramento.
Cel.: Invoquemos o Espírito Santo, para que ele nos guie e nos ensine a adorar o Senhor em espírito e verdade.
Canta-se o canto ao Espírito Santo.
Ref.: Vem, Espírito Santo, vem. Vem iluminar
01. Nossos caminhos, vem iluminar!/ Nossas ideias, vem iluminar!/ Nossas angústias, vem iluminar!/ As incertezas, vem iluminar
02. Toda a Igreja, vem iluminar/ A nossa vida, vem iluminar!/ Nossas famílias, vem iluminar!/ Toda a terra, vem iluminar!
Em seguida, lê-se a prece, intercalada com a resposta
Leitor 1.: Irmãos e irmãs o Senhor recordou-se de sua misericórdia. Ele nos salvou e nos chamou a uma vocação santa, não em razão de nossas obras, mas segundo o propósito da sua graça, graça que ele nos deu em Cristo Jesus, desde toda a eternidade.
T.: Bendito seja Deus, Pai do Senhor Jesus Cristo.
Leitor 2.: Como eleitos de Deus, santos e amados, somos chamados a nos revestirmos de sentimentos de misericórdia e bondade, de humildade e mansidão, de paciência, suportando-nos mutuamente e perdoando, como o Senhor nos perdoou.
T.: Bendito seja Deus, Pai do Senhor Jesus Cristo.
Leitor 3.: Celebremos a fidelidade de nosso Deus que realizou a salvação em seu Filho Jesus Cristo, morto e ressuscitado. Confiamos ao seu coração nossa pobreza e fragilidade, pois cremos que, em sua presença, o humilde jamais experimenta a desilusão, porque ele é rico em misericórdia para quem o invoca.
T.: Bendito seja Deus, Pai do Senhor Jesus Cristo.
Leitor 4.: Coloquemo-nos concordes diante do Senhor, trazendo nossas alegrias e tristezas, dores e esperanças, animados de afeto fraterno, misericordiosos e humildes, conscientes de que todos fomos chamados a possuir em herança a bênção.
T.: Bendito seja Deus, Pai do Senhor Jesus Cristo.
Leitor 5.: Que o nosso coração esteja puro de toda aspereza, ira e maledicência. Que entre nós reine a comunhão, a benevolência e o perdão.
T.: Bendito seja Deus, Pai do Senhor Jesus Cristo.
Cel.: Doa-nos ó Pai, a plenitude do Espírito, a fim de que nos tornemos um só corpo e um só espírito e adoremos o Senhor em Espírito e verdade.
T.: Amém
Enquanto todos se recolhem em adoração, contemplando a presença do Senhor no Sacramento, canta-se:
Ref.: Que o Santo Sacramento, Que o próprio Cristo Jesus, Seja adorado e seja amado, Nesta terra de Santa Cruz! (bis)
MOMENTO DE SILÊNCIO ORANTE
Cel.: Deus eterno e onipotente, infunde em nós a tua graça e vem em nosso
auxílio enquanto invocamos o teu nome para que com a luz da tua Palavra e a contemplação da Eucaristia, a nossa comunidade seja confirmada na fé e no
amor e agraciada com novos carismas e ministérios para o serviço na tua Igreja,
segundo o exemplo de Jesus teu Filho, que veio não para ser servido, mas para
servir. Ele que é Deus e vive e reina Contigo, ó Pai, na unidade do Espírito Santo.
T.: Amém.
Faz-se um momento de silêncio, e adoração. Pode-se tocar uma música instrumental.
T.: Amém.
Faz-se um momento de silêncio, e adoração. Pode-se tocar uma música instrumental.
ESCUTA DA PALAVRA DE DEUS
Reza-se esta oração entre um leitor e o coro que canta o refrão.
Leitor 1.: Senhor, doa-nos a alegria de pertencermos à tua Igreja, rocha firme do teu amor. Faz-nos ativos na comunhão e na missão. Que sejamos tuas testemunhas na família, na comunidade e na sociedade, servidores da esperança e pedras vivas na construção do teu Reino.
T.: Ungidos pra servir, caminharemos na paz da tua paz, na luz da tua luz
Leitor 2.: Apressa os nossos passos para sairmos ao encontro de quem sofre, de quem ama e espera, de quem luta pela paz e pela justiça. Torna ativa e operante a nossa fé, enquanto nos esforçamos para transformar nossa vida em anúncio da boa nova do Reino. Faz de nossa existência dom e serviço generoso à tua Igreja.
T.: Ungidos pra servir, caminharemos na paz da tua paz, na luz da tua luz
Leitor 3.: Concede-nos a graça de experimentar a comunhão como dom e compromisso. Fortalece entre nós a sinfonia da unidade. Que os nossos corações pulsem em união com o Santo Padre o Papa Francisco, com o nosso Arcebispo Dom Jacinto, os diáconos, os sacerdotes, os consagrados e consagradas, os seminaristas os missionários, os cristãos leigos e leigas, com aqueles que estão à nossa porta e com todos os que percorrem as estradas do mundo prontos para servir ao Senhor em cada irmão ou irmã que encontra em seu caminho.
T.: Ungidos pra servir, caminharemos na paz da tua paz, na luz da tua luz
Canta-se um cântico eucarístico, seguido de um momento de adoração pessoal e silenciosa. Ref.: "Com amor eterno eu te amei, dei a minha vida por amor! Agora vai, também ama o teu irmão; agora vai, também ama o teu irmão."
01. Já não somos servos, mas os teus amigos; à tua mesa nos sentamos pra comermos deste pão.
02. Que nossa amizade se estenda a todos; pois o Cristo nos ensina que o amor é dom total.
03. Terá recompensa até um copo d'água, o amor que é verdadeiro, se traduz em gesto e vida.
04. Cristo, partilhando sua graça e vida, quer que unidos a vivamos também entre os irmãos.
Com.: Acolhamos neste instante a Palavra de Deus, que será proclamada, para
que a nossa comunidade, unida em adoração ao Senhor, presente no
Sacramento da Eucaristia, possa crescer, unida em um só corpo e um só
espírito, na fé, na esperança e na caridade. \
L.: Leitura da Primeira Carta de São Pedro Apóstolo. (1 Pedro 2,4-9)
(Lê-se da Bíblia)
Faz-se um momento de silêncio orante.
ORAÇÃO CORAL
Reza-se esta oração entre um leitor e o coro que canta o refrão.
Leitor 1.: Senhor, doa-nos a alegria de pertencermos à tua Igreja, rocha firme do teu amor. Faz-nos ativos na comunhão e na missão. Que sejamos tuas testemunhas na família, na comunidade e na sociedade, servidores da esperança e pedras vivas na construção do teu Reino.
T.: Ungidos pra servir, caminharemos na paz da tua paz, na luz da tua luz
Leitor 2.: Apressa os nossos passos para sairmos ao encontro de quem sofre, de quem ama e espera, de quem luta pela paz e pela justiça. Torna ativa e operante a nossa fé, enquanto nos esforçamos para transformar nossa vida em anúncio da boa nova do Reino. Faz de nossa existência dom e serviço generoso à tua Igreja.
T.: Ungidos pra servir, caminharemos na paz da tua paz, na luz da tua luz
Leitor 3.: Concede-nos a graça de experimentar a comunhão como dom e compromisso. Fortalece entre nós a sinfonia da unidade. Que os nossos corações pulsem em união com o Santo Padre o Papa Francisco, com o nosso Arcebispo Dom Jacinto, os diáconos, os sacerdotes, os consagrados e consagradas, os seminaristas os missionários, os cristãos leigos e leigas, com aqueles que estão à nossa porta e com todos os que percorrem as estradas do mundo prontos para servir ao Senhor em cada irmão ou irmã que encontra em seu caminho.
T.: Ungidos pra servir, caminharemos na paz da tua paz, na luz da tua luz
Canta-se um cântico eucarístico, seguido de um momento de adoração pessoal e silenciosa. Ref.: "Com amor eterno eu te amei, dei a minha vida por amor! Agora vai, também ama o teu irmão; agora vai, também ama o teu irmão."
01. Já não somos servos, mas os teus amigos; à tua mesa nos sentamos pra comermos deste pão.
02. Que nossa amizade se estenda a todos; pois o Cristo nos ensina que o amor é dom total.
03. Terá recompensa até um copo d'água, o amor que é verdadeiro, se traduz em gesto e vida.
04. Cristo, partilhando sua graça e vida, quer que unidos a vivamos também entre os irmãos.
CONTEMPLAÇÃO DE CRISTO SERVO - CâNTICO FL 2:6-11
C.: Contemplemos Cristo Servo, Ele que sendo Deus, humilhou-se a si mesmo,
assumindo a condição de servidor. Façamos nosso o seu caminho deabaixamento e de partilha, disponhamo-nos a realizar na vida comunitária a
mesma humildade de Cristo. Identifiquemo-nos a Cristo modelo de nossa vida
eclesial, disponhamo-nos ao dom de nós mesmos como expressão sublime da
vivência do mandamento do amor a Deus e ao próximo.
Cantor: Embora fosse de divina condição,† Cristo Jesus não se apegou ciosamente * a ser igual em natureza a Deus Pai.
T.: Jesus Cristo é Senhor para a glória de Deus Pai!
Cantor: Porém esvaziou-se de sua glória † e assumiu a condição de um escravo, * fazendo-se aos homens semelhante.
T.: Jesus Cristo é Senhor para a glória de Deus Pai!
Cantor: Reconhecido exteriormente como homem, † humilhou-se, obedecendo até à morte, * até à morte humilhante numa cruz.
T.: Jesus Cristo é Senhor para a glória de Deus Pai!
Cantor: Por isso Deus o exaltou sobremaneira † e deu-lhe o nome mais excelso, mais sublime, * e elevado muito acima de outro nome.
T.: Jesus Cristo é Senhor para a glória de Deus Pai!
Cantor: Para que perante o nome de Jesus † se dobre reverente todo joelho, * seja nos céus, seja na terra ou nos abismos.
T.: Jesus Cristo é Senhor para a glória de Deus Pai!
Cantor: E toda língua reconheça, confessando, † para a glória de Deus Pai e seu louvor: * 'Na verdade Jesus Cristo é o Senhor!'
T.: Jesus Cristo é Senhor para a glória de Deus Pai!
Canta-se o cântico de aclamação ao Evangelho.:
Ref.: A vossa Palavra, Senhor é sinal de interesse por nós. (bis)
1. Como um pai ao redor de sua mesa,revelando seus planos de amor.
2. Neste encontro da Eucaristia aprendemos a grande lição.
Cantor: Embora fosse de divina condição,† Cristo Jesus não se apegou ciosamente * a ser igual em natureza a Deus Pai.
T.: Jesus Cristo é Senhor para a glória de Deus Pai!
Cantor: Porém esvaziou-se de sua glória † e assumiu a condição de um escravo, * fazendo-se aos homens semelhante.
T.: Jesus Cristo é Senhor para a glória de Deus Pai!
Cantor: Reconhecido exteriormente como homem, † humilhou-se, obedecendo até à morte, * até à morte humilhante numa cruz.
T.: Jesus Cristo é Senhor para a glória de Deus Pai!
Cantor: Por isso Deus o exaltou sobremaneira † e deu-lhe o nome mais excelso, mais sublime, * e elevado muito acima de outro nome.
T.: Jesus Cristo é Senhor para a glória de Deus Pai!
Cantor: Para que perante o nome de Jesus † se dobre reverente todo joelho, * seja nos céus, seja na terra ou nos abismos.
T.: Jesus Cristo é Senhor para a glória de Deus Pai!
Cantor: E toda língua reconheça, confessando, † para a glória de Deus Pai e seu louvor: * 'Na verdade Jesus Cristo é o Senhor!'
T.: Jesus Cristo é Senhor para a glória de Deus Pai!
Canta-se o cântico de aclamação ao Evangelho.:
Ref.: A vossa Palavra, Senhor é sinal de interesse por nós. (bis)
1. Como um pai ao redor de sua mesa,revelando seus planos de amor.
2. Neste encontro da Eucaristia aprendemos a grande lição.
EVANGELHO (JO 13, 1-15) - Lê-se da Bíblia
Segue-se um momento de silêncio orante concluindo-se com um canto.
Ref.: Prova de amor maior não há que doar a vida pelo irmão. (Bis)
Ref.: Prova de amor maior não há que doar a vida pelo irmão. (Bis)
MEDITAÇÃO CONTEMPLATIVA DO EVANGELHO
O celebrante faz uma breve reflexão sobre o Evangelho.
O Após a reflexão entoa-se o canto:
O celebrante faz uma breve reflexão sobre o Evangelho.
O Após a reflexão entoa-se o canto:
1. Eu quis comer esta ceia agora, pois vou morrer, já chegou minha hora.
Refrão: Tomai, comei, é meu Corpo e meu Sangue que dou.
Vivei no amor! Eu vou preparar a ceia na casa do Pai. (Bis)
2. Comei o Pão: é meu Corpo imolado por vós, perdão para todo pecado.
3. E vai nascer do meu Sangue a esperança, o amor, a paz; uma nova aliança.
AÇÃO DE GRAÇAS
Você conhece este milagre Eucarístico?
Há mais de 12 séculos deu-se o primeiro e mais prodigioso Milagre Eucarístico
da Igreja Católica. Por volta dos anos 700, na cidade italiana de Lanciano, viviam
no mosteiro de São Legoziano os Monges de São Basílio, e entre eles havia um
que se fazia notar mais por sua cultura mundana do que pelo conhecimento das
coisas de Deus.
Sua fé parecia vacilante, e ele era perseguido todos os dias pela dúvida de que a hóstia consagrada fosse o verdadeiro Corpo de Cristo e o vinho o Seu verdadeiro Sangue.
Mas a Graça Divina nunca o abandonou, fazendo-o orar continuamente para que esse insidioso espinho saísse do seu coração. Foi quando, certa manhã, celebrando a Santa Missa, mais do que nunca atormentado pela sua dúvida, após proferir as palavras da Consagração, ele viu a hóstia converter-se em Carne viva e o vinho em Sangue vivo.
Sentiu-se confuso e dominado pelo temor diante de tão espantoso milagre, permanecendo longo tempo transportado a um êxtase verdadeiramente sobrenatural. Até que, em meio a transbordante alegria, o rosto banhado em lágrimas, voltou-se para as pessoas presentes e disse:
- “Ó bem-aventuradas testemunhas diante de quem, para confundir a minha incredulidade, o Santo Deus quis desvendar-se neste Santíssimo Sacramento e tornar-se visível aos vossos olhos. Vinde, irmãos, e admirai o nosso Deus que se aproximou de nós. Eis aqui a Carne e o Sangue do nosso Cristo muito amado!”
A estas palavras os fiéis se precipitaram para o altar e começaram também a chorar e a pedir misericórdia. Logo a notícia se espalhou por toda a pequena cidade, transformando o Monge num novo Tomé.
A Hóstia-Carne apresentava, como ainda hoje se pode observar, uma coloração ligeiramente escura, tornando-se rósea se iluminada pelo lado oposto, e tinha aparência fibrosa; o Sangue era de cor terrosa (entre o amarelo e o ocre), coagulado em cinco fragmentos de forma e tamanhos diferentes.
Serenada a emoção de que todo o povo foi tomado, e dadas aos Céus as graças devidas, as relíquias foram agasalhadas num tabernáculo de marfim mandado construir pelas pessoas mais credenciadas do lugarejo.
A partir de 1713 até hoje, a Carne passou a ser conservada numa custódia de prata, e o Sangue, num cálice de cristal. Aos reconhecimentos eclesiásticos do Milagre, a partir de 1574, veio juntar-se o pronunciamento da Ciência moderna através de minuciosas e rigorosas provas de laboratório.
Foi em novembro de 1970 que os Frades Menores Conventuais, sob cuja guarda se mantém a Igreja do Milagre (desde 1252 chamada de São Francisco), decidiram, devidamente autorizados, confiar a dois médicos de renome e idoneidade moral a análise científica das relíquias.
Para tanto, convidaram o Dr. Odoardo Linoli, Chefe de Serviço dos Hospitais Reunidos de Arezzo e livre docente de Anatomia e Histologia Patológica e de Química e Microscopia Clínica para, assessorado pelo Prof. Ruggero Bertelli, Prof. Emérito de Anatomia Humana Normal na Universidade de Siena, proceder aos exames.
Após alguns meses de trabalho, exatamente a 4 de março de 1971, os pesquisadores publicaram um relatório contendo os resultados das análises: o_segredo_da_sagrada_eucaristia
“A Carne é verdadeira carne, o Sangue é verdadeiro sangue. A Carne é do tecido muscular do coração (miocárdio, endocárdio e nervo vago). A Carne e o Sangue são do mesmo tipo sanguíneo (AB) e pertencem à espécie humana. No sangue foram encontrados, além das proteínas normais, os seguintes materiais: cloretos, fósforos, magnésio, potássio, sódio e cálcio. A conservação da Carne e do Sangue, deixados em estado natural por 12 séculos e expostos à ação de agentes atmosféricos e biológicos, permanece um fenômeno extraordinário.”
E antes mesmo de redigirem o documento sobre o resultado das pesquisas realizadas em Arezzo, os Doutores Linoli e Bertellli enviaram aos Frades um telegrama nos seguintes termos:
“E o Verbo se fez Carne!”. É assim que o Milagre de Lanciano, desafiando a ação do tempo e toda a lógica da ciência humana, se apresenta aos nossos olhos como a prova mais viva e palpável de que “Comei e bebei todos vós, isto é o meu Corpo que é dado por vós.”, mais do que uma simples simbologia como possa parecer, é o sinal divino de que n Sacramento da Comunhão está o alimento da nossa esperança nas Promessas de Cristo para nossa Salvação: “Aquele que come a minha Carne e bebe o meu Sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia.” (Jo 6,55).
Reza-se o Pai nosso.
Cel.: Graças e Louvores se dêem a cada momento.
Todos.: Ao Santissímo e Diviníssimo Sacramento.
Canta-se:
Meu Senhor e meu Deus(3x), Eu vos amo.
Meu Senhor e meu Deus(3x), Eu te adoro
Reza-se:
Meu Deus eu creio, adoro, espero e amo-vos; Peço-vos perdão pelos que não creem, não adoram, não esperam e não vos amam. (3x)
Sua fé parecia vacilante, e ele era perseguido todos os dias pela dúvida de que a hóstia consagrada fosse o verdadeiro Corpo de Cristo e o vinho o Seu verdadeiro Sangue.
Mas a Graça Divina nunca o abandonou, fazendo-o orar continuamente para que esse insidioso espinho saísse do seu coração. Foi quando, certa manhã, celebrando a Santa Missa, mais do que nunca atormentado pela sua dúvida, após proferir as palavras da Consagração, ele viu a hóstia converter-se em Carne viva e o vinho em Sangue vivo.
Sentiu-se confuso e dominado pelo temor diante de tão espantoso milagre, permanecendo longo tempo transportado a um êxtase verdadeiramente sobrenatural. Até que, em meio a transbordante alegria, o rosto banhado em lágrimas, voltou-se para as pessoas presentes e disse:
- “Ó bem-aventuradas testemunhas diante de quem, para confundir a minha incredulidade, o Santo Deus quis desvendar-se neste Santíssimo Sacramento e tornar-se visível aos vossos olhos. Vinde, irmãos, e admirai o nosso Deus que se aproximou de nós. Eis aqui a Carne e o Sangue do nosso Cristo muito amado!”
A estas palavras os fiéis se precipitaram para o altar e começaram também a chorar e a pedir misericórdia. Logo a notícia se espalhou por toda a pequena cidade, transformando o Monge num novo Tomé.
A Hóstia-Carne apresentava, como ainda hoje se pode observar, uma coloração ligeiramente escura, tornando-se rósea se iluminada pelo lado oposto, e tinha aparência fibrosa; o Sangue era de cor terrosa (entre o amarelo e o ocre), coagulado em cinco fragmentos de forma e tamanhos diferentes.
Serenada a emoção de que todo o povo foi tomado, e dadas aos Céus as graças devidas, as relíquias foram agasalhadas num tabernáculo de marfim mandado construir pelas pessoas mais credenciadas do lugarejo.
A partir de 1713 até hoje, a Carne passou a ser conservada numa custódia de prata, e o Sangue, num cálice de cristal. Aos reconhecimentos eclesiásticos do Milagre, a partir de 1574, veio juntar-se o pronunciamento da Ciência moderna através de minuciosas e rigorosas provas de laboratório.
Foi em novembro de 1970 que os Frades Menores Conventuais, sob cuja guarda se mantém a Igreja do Milagre (desde 1252 chamada de São Francisco), decidiram, devidamente autorizados, confiar a dois médicos de renome e idoneidade moral a análise científica das relíquias.
Para tanto, convidaram o Dr. Odoardo Linoli, Chefe de Serviço dos Hospitais Reunidos de Arezzo e livre docente de Anatomia e Histologia Patológica e de Química e Microscopia Clínica para, assessorado pelo Prof. Ruggero Bertelli, Prof. Emérito de Anatomia Humana Normal na Universidade de Siena, proceder aos exames.
Após alguns meses de trabalho, exatamente a 4 de março de 1971, os pesquisadores publicaram um relatório contendo os resultados das análises: o_segredo_da_sagrada_eucaristia
“A Carne é verdadeira carne, o Sangue é verdadeiro sangue. A Carne é do tecido muscular do coração (miocárdio, endocárdio e nervo vago). A Carne e o Sangue são do mesmo tipo sanguíneo (AB) e pertencem à espécie humana. No sangue foram encontrados, além das proteínas normais, os seguintes materiais: cloretos, fósforos, magnésio, potássio, sódio e cálcio. A conservação da Carne e do Sangue, deixados em estado natural por 12 séculos e expostos à ação de agentes atmosféricos e biológicos, permanece um fenômeno extraordinário.”
E antes mesmo de redigirem o documento sobre o resultado das pesquisas realizadas em Arezzo, os Doutores Linoli e Bertellli enviaram aos Frades um telegrama nos seguintes termos:
“E o Verbo se fez Carne!”. É assim que o Milagre de Lanciano, desafiando a ação do tempo e toda a lógica da ciência humana, se apresenta aos nossos olhos como a prova mais viva e palpável de que “Comei e bebei todos vós, isto é o meu Corpo que é dado por vós.”, mais do que uma simples simbologia como possa parecer, é o sinal divino de que n Sacramento da Comunhão está o alimento da nossa esperança nas Promessas de Cristo para nossa Salvação: “Aquele que come a minha Carne e bebe o meu Sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia.” (Jo 6,55).
Reza-se o Pai nosso.
Cel.: Graças e Louvores se dêem a cada momento.
Todos.: Ao Santissímo e Diviníssimo Sacramento.
Canta-se:
Meu Senhor e meu Deus(3x), Eu vos amo.
Meu Senhor e meu Deus(3x), Eu te adoro
Reza-se:
Meu Deus eu creio, adoro, espero e amo-vos; Peço-vos perdão pelos que não creem, não adoram, não esperam e não vos amam. (3x)
BÊNÇÃO DO SANTÍSSIMO
TÃO SUBLIME SACRAMENTO
(Tantum Ergo)
Enquanto é tocado o hino, se oportuno, o celebrante então incensa o Santíssimo Sacramento. Pode-se já neste momento ser colocado o véu umeral.
TANTUM ERGO SACRAMENTUM
VENEREMUR CERNUI:
ET ANTIQUM DOCUMENTUM
NOVO CEDAT RITUI:
PRÆSTET FIDEIS SUPPLEMENTUM
SENSUUM DEFECTUI
GENITORI, GENITOQUE
LAUS ET JUBILATIO,
SALUS, HONOR, VIRTUS QUOQUE
SIT ET BENEDICTIO:
PROCEDENTI AB UTROQUE
COMPAR SIT LAUDATIO
E, de joelhos, o celebrante diz:
℣.: Do céu lhes destes o pão. (TP: Aleluia.)
℟.: Que contém todo o sabor. (TP: Aleluia.)
℣.: Oremos. Senhor, que, neste admirável sacramento, nos deixastes o memorial de vossa paixão, concedei-nos a graça de venerar de tal modo os sagrados mistérios de vosso corpo e sangue, que possamos experimentar sempre em nós o fruto de vossa redenção. Vós que viveis e reinais com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.
BÊNÇÃO
O celebrante dá a bênção com o ostensório, traçando três cruzes sobre todos.
Durante a bênção tocam-se os sinos e o ostensório é incensado com três ductos.
ATO DE LOUVOR
O ato de louvor se fará como de costume. Pode-se repetir cada invocação, pode-se intercalar entre o celebrante e todos ou todos podem dizer todo ato juntos.
— Bendito seja Deus.
— Bendito seja o seu santo nome.
— Bendito seja Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem.
— Bendito seja o nome de Jesus.
— Bendito seja o seu Sacratíssimo Coração.
— Bendito seja seu preciosíssimo Sangue.
— Bendito seja Jesus no Santíssimo sacramento do altar.
— Bendito seja o Espírito Santo Paráclito.
— Bendita seja a grande mãe de Deus, Maria santíssima.
— Bendita seja sua santa e Imaculada conceição.
— Bendita seja sua gloriosa assunção.
— Bendito seja o nome de Maria, virgem e mãe.
— Bendito seja São José, seu castíssimo esposo.
— Bendito seja Deus, nos seus anjos e nos seus santos.
Oremos. Deus todo-poderoso e eterno, iluminai os nossos corações com a luz da fé, e aquecei-os com o fogo do vosso amor, para que adoremos sempre em espírito e verdade, Aquele a quem reconhecemos neste sacramento como nosso Deus e Senhor. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
T.: Amém.
Cel.: Estivemos e estaremos reunidos:
Todos: Em Nome do Pai do Filho e do Espírito Santo. Amém
Enquanto o Santíssimo é reposto no tabernáculo, entoa-se o canto
01. Lenta e calma sobre a terra, / desce a noite e foge a luz. / Quero agora despedir-me: / boa noite, meu Jesus. (2x)
02. Ó Senhor, dai-nos a bênção; / e do mal que nos seduz. / A meus pais e a mim guardai- me: / boa noite, meu Jesus. (2x)
03. A teus pés, ó Virgem pura, peço a bênção maternal. / Boa noite, Mãe querida; / boa noite, meu Jesus. (2x)
FONTE DE REFERêNCIA: Arquidiocese de Teresina
RITOS FINAIS
INTENÇÕES DO SANTO PADRE
Pres.: Pai Nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu.
℟.: O pão nosso de cada dia nos dai hoje, perdoai-nos as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.
Pres.: Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.
℟.: Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém.
Pres.: Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
℟.: Como era no princípio, por todos os séculos dos séculos. Amém.
Pode-se acrescentar algumas jaculatórias.
AVISOS E COMUNICADOS
Após os avisos prossegue-se com o recolhimento.
Após os avisos prossegue-se com o recolhimento.
Oremos. Deus todo-poderoso e eterno, iluminai os nossos corações com a luz da fé, e aquecei-os com o fogo do vosso amor, para que adoremos sempre em espírito e verdade, Aquele a quem reconhecemos neste sacramento como nosso Deus e Senhor. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
T.: Amém.
Cel.: Estivemos e estaremos reunidos:
Todos: Em Nome do Pai do Filho e do Espírito Santo. Amém
Enquanto o Santíssimo é reposto no tabernáculo, entoa-se o canto
01. Lenta e calma sobre a terra, / desce a noite e foge a luz. / Quero agora despedir-me: / boa noite, meu Jesus. (2x)
02. Ó Senhor, dai-nos a bênção; / e do mal que nos seduz. / A meus pais e a mim guardai- me: / boa noite, meu Jesus. (2x)
03. A teus pés, ó Virgem pura, peço a bênção maternal. / Boa noite, Mãe querida; / boa noite, meu Jesus. (2x)
FONTE DE REFERêNCIA: Arquidiocese de Teresina