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Livreto Celebrativo - 1º Dia do Tríduo de Corpus Christi

 


LIVRETO CELEBRATIVO
1º DIA DO TRÍDUO DE CORPUS CHRISTI

01.06.2026
"Com Jesus e Como Jesus, na Sua Igreja, Prontos para Servir!"

ACOLHIDA
Canta-se um refrão meditativo preparando-se para o recolhimento e a adoração. 


Ref.: A nós descei, divina luz! A nós descei, divina luz! Em nossas almas acendei o amor, o amor de Jesus! O amor, o amor de Jesus! 

Com. Caríssimos irmãos e irmãs, fomos convocados como Igreja de Teresina, enquanto nos preparamos para a celebração da festa de Corpus Christi, para que, contemplando a Eucaristia e escutando a Palavra de Deus, possamos redescobrir a nossa vocação para o serviço. Disponhamo-nos a um encontro sincero com o Senhor e renovemos nosso “Sim” obediente ao seu chamado. Que o Espírito Santo reforce e consolide a comunhão que nos une como Igreja, afim de que, fortalecidos pela nossa participação na Mesa Eucarística, renovemos corajosamente o nosso compromisso de servidores e testemunhas do Evangelho. 

EXPOSIÇÃO DO SANTÍSSIMO SACRAMENTO
Enquanto se expõe o Santíssimo no Ostensório ou coloca-se a Âmbula sobre o altar, canta-se:

1. Bendito, louvado seja ://: O Santíssimo Sacramento!
2. Os anjos, todos os anjos://: Louvem a Deus para sempre. Amém! 
3. Fazei-me, Virgem Maria, ://: Sacrário vivo da Eucaristia.

Em seguida o celebrante faz a introdução do momento de adoração.

 Cel.: Deus, † vinde em nosso auxílio
 T.: Senhor, socorrei-nos e salvai-nos.
 Cel.: Ó Deus, tornai atento o nosso ouvido
 T.: Para escutarmos com atenção a vossa Palavra. 
 Cel.: Despertai, Senhor, o nosso coração
 T.: Para permanecermos diante de vós em vigília e adoração.
 Cel.: Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo
 T.: Como era no princípio, agora e sempre. Amém.
 Cel.: Graças e louvores sejam dados a cada momento (3x)
 T.: Ao Santíssimo e Diviníssimo Sacramento.
 Cel.: Invoquemos o Espírito Santo, para que ele nos guie e nos ensine a adorar o Senhor em espírito e verdade.

 Canta-se o canto ao Espírito Santo.
 Ref.: Vem, Espírito Santo, vem. Vem iluminar
 01. Nossos caminhos, vem iluminar!/ Nossas ideias, vem iluminar!/ Nossas angústias, vem iluminar!/ As incertezas, vem iluminar
 02. Toda a Igreja, vem iluminar/ A nossa vida, vem iluminar!/ Nossas famílias, vem iluminar!/ Toda a terra, vem iluminar!


 Em seguida, lê-se a prece, intercalada com a resposta
 Leitor 1.: Irmãos e irmãs o Senhor recordou-se de sua misericórdia. Ele nos salvou e nos chamou a uma vocação santa, não em razão de nossas obras, mas segundo o propósito da sua graça, graça que ele nos deu em Cristo Jesus, desde toda a eternidade.
 T.: Bendito seja Deus, Pai do Senhor Jesus Cristo.

 Leitor 2.: Como eleitos de Deus, santos e amados, somos chamados a nos revestirmos de sentimentos de misericórdia e bondade, de humildade e mansidão, de paciência, suportando-nos mutuamente e perdoando, como o Senhor nos perdoou.
 T.: Bendito seja Deus, Pai do Senhor Jesus Cristo.

 Leitor 3.: Celebremos a fidelidade de nosso Deus que realizou a salvação em seu Filho Jesus Cristo, morto e ressuscitado. Confiamos ao seu coração nossa pobreza e fragilidade, pois cremos que, em sua presença, o humilde jamais experimenta a desilusão, porque ele é rico em misericórdia para quem o invoca.
 T.: Bendito seja Deus, Pai do Senhor Jesus Cristo. 

 Leitor 4.: Coloquemo-nos concordes diante do Senhor, trazendo nossas alegrias e tristezas, dores e esperanças, animados de afeto fraterno, misericordiosos e humildes, conscientes de que todos fomos chamados a possuir em herança a bênção.
 T.: Bendito seja Deus, Pai do Senhor Jesus Cristo.

 Leitor 5.: Que o nosso coração esteja puro de toda aspereza, ira e maledicência. Que entre nós reine a comunhão, a benevolência e o perdão.
 T.: Bendito seja Deus, Pai do Senhor Jesus Cristo.

 Cel.: Doa-nos ó Pai, a plenitude do Espírito, a fim de que nos tornemos um só corpo e um só espírito e adoremos o Senhor em Espírito e verdade.
 T.: Amém 

Enquanto todos se recolhem em adoração, contemplando a presença do Senhor no Sacramento, canta-se:
 Ref.: Que o Santo Sacramento, Que o próprio Cristo Jesus, Seja adorado e seja amado, Nesta terra de Santa Cruz! (bis) 

MOMENTO DE SILÊNCIO ORANTE

Cel.: Deus eterno e onipotente, infunde em nós a tua graça e vem em nosso auxílio enquanto invocamos o teu nome para que com a luz da tua Palavra e a contemplação da Eucaristia, a nossa comunidade seja confirmada na fé e no amor e agraciada com novos carismas e ministérios para o serviço na tua Igreja, segundo o exemplo de Jesus teu Filho, que veio não para ser servido, mas para servir. Ele que é Deus e vive e reina Contigo, ó Pai, na unidade do Espírito Santo.
 T.: Amém.
 Faz-se um momento de silêncio, e adoração. Pode-se tocar uma música instrumental.

ESCUTA DA PALAVRA DE DEUS

Com.: Acolhamos neste instante a Palavra de Deus, que será proclamada, para que a nossa comunidade, unida em adoração ao Senhor, presente no Sacramento da Eucaristia, possa crescer, unida em um só corpo e um só espírito, na fé, na esperança e na caridade. \

L.: Leitura da Primeira Carta de São Pedro Apóstolo. (1 Pedro 2,4-9)
 (Lê-se da Bíblia) Faz-se um momento de silêncio orante.

ORAÇÃO CORAL

 Reza-se esta oração entre um leitor e o coro que canta o refrão.
 Leitor 1.: Senhor, doa-nos a alegria de pertencermos à tua Igreja, rocha firme do teu amor. Faz-nos ativos na comunhão e na missão. Que sejamos tuas testemunhas na família, na comunidade e na sociedade, servidores da esperança e pedras vivas na construção do teu Reino.
 T.: Ungidos pra servir, caminharemos na paz da tua paz, na luz da tua luz

 Leitor 2.:
Apressa os nossos passos para sairmos ao encontro de quem sofre, de quem ama e espera, de quem luta pela paz e pela justiça. Torna ativa e operante a nossa fé, enquanto nos esforçamos para transformar nossa vida em anúncio da boa nova do Reino. Faz de nossa existência dom e serviço generoso à tua Igreja.
 T.: 
Ungidos pra servir, caminharemos na paz da tua paz, na luz da tua luz

 Leitor 3.:
Concede-nos a graça de experimentar a comunhão como dom e compromisso. Fortalece entre nós a sinfonia da unidade. Que os nossos corações pulsem em união com o Santo Padre o Papa Francisco, com o nosso Arcebispo Dom Jacinto, os diáconos, os sacerdotes, os consagrados e consagradas, os seminaristas os missionários, os cristãos leigos e leigas, com aqueles que estão à nossa porta e com todos os que percorrem as estradas do mundo prontos para servir ao Senhor em cada irmão ou irmã que encontra em seu caminho. 
 
T.:
Ungidos pra servir, caminharemos na paz da tua paz, na luz da tua luz

 Canta-se um cântico eucarístico, seguido de um momento de adoração pessoal e silenciosa. Ref.: "Com amor eterno eu te amei, dei a minha vida por amor! Agora vai, também ama o teu irmão; agora vai, também ama o teu irmão."
 01. Já não somos servos, mas os teus amigos; à tua mesa nos sentamos pra comermos deste pão.
 02. Que nossa amizade se estenda a todos; pois o Cristo nos ensina que o amor é dom total.
 03. Terá recompensa até um copo d'água, o amor que é verdadeiro, se traduz em gesto e vida.
 04. Cristo, partilhando sua graça e vida, quer que unidos a vivamos também entre os irmãos.

CONTEMPLAÇÃO DE CRISTO SERVO - CâNTICO FL 2:6-11

C.: Contemplemos Cristo Servo, Ele que sendo Deus, humilhou-se a si mesmo, assumindo a condição de servidor. Façamos nosso o seu caminho deabaixamento e de partilha, disponhamo-nos a realizar na vida comunitária a mesma humildade de Cristo. Identifiquemo-nos a Cristo modelo de nossa vida eclesial, disponhamo-nos ao dom de nós mesmos como expressão sublime da vivência do mandamento do amor a Deus e ao próximo.

 Cantor: Embora fosse de divina condição,† Cristo Jesus não se apegou ciosamente * a ser igual em natureza a Deus Pai.
 T.: Jesus Cristo é Senhor para a glória de Deus Pai!

 
 Cantor: Porém esvaziou-se de sua glória † e assumiu a condição de um escravo, * fazendo-se aos homens semelhante.
 T.: Jesus Cristo é Senhor para a glória de Deus Pai!

 Cantor: Reconhecido exteriormente como homem, † humilhou-se, obedecendo até à morte, * até à morte humilhante numa cruz.
 T.: Jesus Cristo é Senhor para a glória de Deus Pai!

 
Cantor: Por isso Deus o exaltou sobremaneira † e deu-lhe o nome mais excelso, mais sublime, * e elevado muito acima de outro nome.
 T.: Jesus Cristo é Senhor para a glória de Deus Pai!

 Cantor: Para que perante o nome de Jesus † se dobre reverente todo joelho, * seja nos céus, seja na terra ou nos abismos.
 T.: Jesus Cristo é Senhor para a glória de Deus Pai!

 Cantor: E toda língua reconheça, confessando, † para a glória de Deus Pai e seu louvor: * 'Na verdade Jesus Cristo é o Senhor!'
 T.: Jesus Cristo é Senhor para a glória de Deus Pai!

 Canta-se o cântico de aclamação ao Evangelho.:
Ref.: A vossa Palavra, Senhor é sinal de interesse por nós. (bis)
 1. Como um pai ao redor de sua mesa,revelando seus planos de amor.
 2. Neste encontro da Eucaristia aprendemos a grande lição. 

EVANGELHO (JO 13, 1-15) - Lê-se da Bíblia

Segue-se um momento de silêncio orante concluindo-se com um canto.
 Ref.: Prova de amor maior não há que doar a vida pelo irmão. (Bis) 

MEDITAÇÃO CONTEMPLATIVA DO EVANGELHO
O celebrante faz uma breve reflexão sobre o Evangelho.

O Após a reflexão entoa-se o canto:
1. Eu quis comer esta ceia agora, pois vou morrer, já chegou minha hora.
 Refrão: Tomai, comei, é meu Corpo e meu Sangue que dou. Vivei no amor! Eu vou preparar a ceia na casa do Pai. (Bis)
 2. Comei o Pão: é meu Corpo imolado por vós, perdão para todo pecado.
 3. E vai nascer do meu Sangue a esperança, o amor, a paz; uma nova aliança. 

AÇÃO DE GRAÇAS

Você conhece este milagre Eucarístico?

 Há mais de 12 séculos deu-se o primeiro e mais prodigioso Milagre Eucarístico da Igreja Católica. Por volta dos anos 700, na cidade italiana de Lanciano, viviam no mosteiro de São Legoziano os Monges de São Basílio, e entre eles havia um que se fazia notar mais por sua cultura mundana do que pelo conhecimento das coisas de Deus.

 Sua fé parecia vacilante, e ele era perseguido todos os dias pela dúvida de que a hóstia consagrada fosse o verdadeiro Corpo de Cristo e o vinho o Seu verdadeiro Sangue.

 Mas a Graça Divina nunca o abandonou, fazendo-o orar continuamente para que esse insidioso espinho saísse do seu coração. Foi quando, certa manhã, celebrando a Santa Missa, mais do que nunca atormentado pela sua dúvida, após proferir as palavras da Consagração, ele viu a hóstia converter-se em Carne viva e o vinho em Sangue vivo.

 Sentiu-se confuso e dominado pelo temor diante de tão espantoso milagre, permanecendo longo tempo transportado a um êxtase verdadeiramente sobrenatural. Até que, em meio a transbordante alegria, o rosto banhado em lágrimas, voltou-se para as pessoas presentes e disse:
 - “Ó bem-aventuradas testemunhas diante de quem, para confundir a minha incredulidade, o Santo Deus quis desvendar-se neste Santíssimo Sacramento e tornar-se visível aos vossos olhos. Vinde, irmãos, e admirai o nosso Deus que  
se aproximou de nós. Eis aqui a Carne e o Sangue do nosso Cristo muito amado!”

 A estas palavras os fiéis se precipitaram para o altar e começaram também a chorar e a pedir misericórdia. Logo a notícia se espalhou por toda a pequena cidade, transformando o Monge num novo Tomé.

 A Hóstia-Carne apresentava, como ainda hoje se pode observar, uma coloração ligeiramente escura, tornando-se rósea se iluminada pelo lado oposto, e tinha aparência fibrosa; o Sangue era de cor terrosa (entre o amarelo e o ocre), coagulado em cinco fragmentos de forma e tamanhos diferentes.

 Serenada a emoção de que todo o povo foi tomado, e dadas aos Céus as graças devidas, as relíquias foram agasalhadas num tabernáculo de marfim mandado construir pelas pessoas mais credenciadas do lugarejo.

 A partir de 1713 até hoje, a Carne passou a ser conservada numa custódia de prata, e o Sangue, num cálice de cristal. Aos reconhecimentos eclesiásticos do Milagre, a partir de 1574, veio juntar-se o pronunciamento da Ciência moderna através de minuciosas e rigorosas provas de laboratório.

 Foi em novembro de 1970 que os Frades Menores Conventuais, sob cuja guarda se mantém a Igreja do Milagre (desde 1252 chamada de São Francisco), decidiram, devidamente autorizados, confiar a dois médicos de renome e idoneidade moral a análise científica das relíquias.

 Para tanto, convidaram o Dr. Odoardo Linoli, Chefe de Serviço dos Hospitais Reunidos de Arezzo e livre docente de Anatomia e Histologia Patológica e de Química e Microscopia Clínica para, assessorado pelo Prof. Ruggero Bertelli, Prof. Emérito de Anatomia Humana Normal na Universidade de Siena, proceder aos exames.

 Após alguns meses de trabalho, exatamente a 4 de março de 1971, os pesquisadores publicaram um relatório contendo os resultados das análises: o_segredo_da_sagrada_eucaristia

 “A Carne é verdadeira carne, o Sangue é verdadeiro sangue. A Carne é do tecido muscular do coração (miocárdio, endocárdio e nervo vago). A Carne e o Sangue são do mesmo tipo sanguíneo (AB) e pertencem à espécie humana. No sangue foram encontrados, além das proteínas normais, os seguintes materiais: cloretos, fósforos, magnésio, potássio, sódio e cálcio. A conservação da Carne e do Sangue, deixados em estado natural por 12 séculos e expostos à ação de agentes atmosféricos e biológicos, permanece um fenômeno extraordinário.”

 E antes mesmo de redigirem o documento sobre o resultado das pesquisas realizadas em Arezzo, os Doutores Linoli e Bertellli enviaram aos Frades um telegrama nos seguintes termos:

 “E o Verbo se fez Carne!”. É assim que o Milagre de Lanciano, desafiando a ação do tempo e toda a lógica da ciência humana, se apresenta aos nossos olhos como a prova mais viva e palpável de que “Comei e bebei todos vós, isto é o 
meu Corpo que é dado por vós.”, mais do que uma simples simbologia como possa parecer, é o sinal divino de que n Sacramento da Comunhão está o alimento da nossa esperança nas Promessas de Cristo para nossa Salvação: “Aquele que come a minha Carne e bebe o meu Sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia.” (Jo 6,55).

Reza-se o Pai nosso.
 Cel.: Graças e Louvores se dêem a cada momento.
 Todos.: Ao Santissímo e Diviníssimo Sacramento.

 Canta-se:
 Meu Senhor e meu Deus(3x), Eu vos amo.
 Meu Senhor e meu Deus(3x), Eu te adoro

 Reza-se:
 Meu Deus eu creio, adoro, espero e amo-vos; Peço-vos perdão pelos que não creem, não adoram, não esperam e não vos amam. (3x)  

BÊNÇÃO DO SANTÍSSIMO
TÃO SUBLIME SACRAMENTO
(Tantum Ergo)

Enquanto é tocado o hino, se oportuno, o celebrante então incensa o Santíssimo Sacramento. Pode-se já neste momento ser colocado o véu umeral.

TANTUM ERGO SACRAMENTUM
VENEREMUR CERNUI:
ET ANTIQUM DOCUMENTUM
NOVO CEDAT RITUI:
PRÆSTET FIDEIS SUPPLEMENTUM
SENSUUM DEFECTUI

GENITORI, GENITOQUE
LAUS ET JUBILATIO,
SALUS, HONOR, VIRTUS QUOQUE
SIT ET BENEDICTIO:
PROCEDENTI AB UTROQUE
COMPAR SIT LAUDATIO

E, de joelhos, o celebrante diz:
℣.: Do céu lhes destes o pão. (TP: Aleluia.)
℟.: Que contém todo o sabor. (TP: Aleluia.)

℣.: Oremos. Senhor, que, neste admirável sacramento, nos deixastes o memorial de vossa paixão, concedei-nos a graça de venerar de tal modo os sagrados mistérios de vosso corpo e sangue, que possamos experimentar sempre em nós o fruto de vossa redenção. Vós que viveis e reinais com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.

BÊNÇÃO

O celebrante dá a bênção com o ostensório, traçando três cruzes sobre todos.

Durante a bênção tocam-se os sinos e o ostensório é incensado com três ductos.

ATO DE LOUVOR

O ato de louvor se fará como de costume. Pode-se repetir cada invocação, pode-se intercalar entre o celebrante e todos ou todos podem dizer todo ato juntos.

Bendito seja Deus.
— Bendito seja o seu santo nome.
Bendito seja Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem.
— Bendito seja o nome de Jesus.
Bendito seja o seu Sacratíssimo Coração.
— Bendito seja seu preciosíssimo Sangue.
Bendito seja Jesus no Santíssimo sacramento do altar.
— Bendito seja o Espírito Santo Paráclito.
Bendita seja a grande mãe de Deus, Maria santíssima.
— Bendita seja sua santa e Imaculada conceição.
Bendita seja sua gloriosa assunção.
— Bendito seja o nome de Maria, virgem e mãe.
Bendito seja São José, seu castíssimo esposo.
— Bendito seja Deus, nos seus anjos e nos seus santos.

RITOS FINAIS
INTENÇÕES DO SANTO PADRE

Pres.: Pai Nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu.
℟.: O pão nosso de cada dia nos dai hoje, perdoai-nos as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.

Pres.: Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.
℟.: Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém.

Pres.: Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
℟.: Como era no princípio, por todos os séculos dos séculos. Amém.

Pode-se acrescentar algumas jaculatórias.

AVISOS E COMUNICADOS
Após os avisos prossegue-se com o recolhimento.

Oremos.
Deus todo-poderoso e eterno, iluminai os nossos corações com a luz da fé, e aquecei-os com o fogo do vosso amor, para que adoremos sempre em espírito e verdade, Aquele a quem reconhecemos neste sacramento como nosso Deus e Senhor. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
 T.: Amém. 

Cel.: Estivemos e estaremos reunidos:
 Todos: Em Nome do Pai do Filho e do Espírito Santo. Amém
 Enquanto o Santíssimo é reposto no tabernáculo, entoa-se o canto
 01. Lenta e calma sobre a terra, / desce a noite e foge a luz. / Quero agora despedir-me: / boa noite, meu Jesus. (2x)
 02. Ó Senhor, dai-nos a bênção; / e do mal que nos seduz. / A meus pais e a mim guardai- me: / boa noite, meu Jesus. (2x)
 03. A teus pés, ó Virgem pura, peço a bênção maternal. / Boa noite, Mãe querida; / boa noite, meu Jesus. (2x)

FONTE DE REFERêNCIA: Arquidiocese de Teresina






















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