Este site não pertence a Igreja Católica da realidade. Somos uma representação dela em um jogo virtual conhecido como Minecraft.

LIVRETO CELEBRATIVO | DIA DE SÃO PEDRO ACORRENTADO E POSSE DE DOM MIGUEL CARDEAL WANDERMUREM NA DIACONIA

 

 

                                                            LIVRETO CELEBRATIVO

 SANTA MISSA DO TERCEIRO
DIA DO TRÍDUO EM HONRA A
SÃO PEDRO ACORRENTADO

01.08.2026

RITOS INICIAIS

CANTO DE ENTRADA

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

ANTÍFONA DE ENTRADA 
(Cf. At 12,7-11; Sl 33,8)

Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
℣.: As correntes de Pedro foram rompidas pelo poder do Senhor; o anjo o conduziu em segurança e a Igreja exultou de alegria. Bendito seja Deus, que jamais abandona os que nele confiam.

SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

RITO DE ELEVAÇÃO DO SANTUÁRIO
LEITURA DO DECRETO DE ELEVAÇÃO

O chanceler aproxima-se do ambão e faz a leitura da bula:

     

Diœcesis Urbis
_____________

DOM SAMUEL HENRIQUE CARDEAL DOS SANTOS
POR MERCÊ DE DEUS E DA SANTA SÉ APOSTÓLICA 
CARDEAL-PROTODIÁCONO DI  SACRO CORDIS CHRISTI REGIS
ANTIGO VIGÁRIO-GERAL PARA A DIOCESE DE ROMA

Aos diletos filhos espalhados por todo orbi romano, saúde e paz da parte de Nosso Senhor Jesus Cristo.

   Movidos pelo zelo pastoral e atentos aos sinais que o Espírito Santo suscita na vida desta Igreja particular, dirigimos ao povo de Deus o presente decreto, pelo qual reconhecemos e oficializamos aquilo que, há tempos, já se manifesta de modo vivo e fecundo no coração dos fiéis.

   A Paróquia Nossa Senhora dos Remédisos, situada na Região Episcopal de Trevi, há muito tempo se destaca entre nós como um lugar especial de devoção, oração e acolhimento espiritual. Este fluxo constante, espontâneo e sincero de peregrinos e devotos testemunha a força da piedade popular enraizada na vida do nosso povo e revela que este templo já se tornou, por si mesmo, um espaço de peregrinação e encontro com Cristo através de sua Santíssima Mãe. Com o passar do tempo, a devoção a Virgem dos Remédios cresceu ainda mais, consolidando a igreja como ponto referencial da fé desta Diocese. As celebrações ali realizadas, as novenas, as procissões, os momentos de silêncio e oração pessoal, tudo isso formou neste lugar um autêntico ambiente de espiritualidade, que tem ajudado inúmeros fiéis a reerguer-se na fé, reencontrar a paz e renovar o compromisso cristão. 

   Por isso, reconhecendo a maturidade espiritual desta comunidade paroquial, a importância pastoral da devoção, o parecer favorável de pessoas consultadas e a necessidade de garantir assistência ainda mais abundante aos fiéis que ali acorrem, julgamos oportuno elevar este templo à dignidade que de fato já corresponde à sua vida pastoral.

   Assim, em conformidade com o Código de Direito Canônico, ELEVAMOS pela presente a PARÓQUIA NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS à dignidade de SANTUÁRIO DIOCESANO, reconhecendo oficialmente este templo como lugar sagrado onde os fiéis se dirigem em grande número por motivo de piedade e devoção especial a Virgem Maria, sob o título de Senhora dos Remédios. A partir desta elevação, o Santuário assume a missão particular de promover a espiritualidade do povo peregrino, favorecer a administração frequente dos sacramentos, orientar as expressões legítimas da devoção popular e oferecer aos fiéis um espaço privilegiado de oração, silêncio e evangelização.

   Em virtude da nova condição do templo, e atendendo ao que determina a disciplina da Igreja, o pároco atualmente em exercício passa a assumir, por este decreto, o título e o ofício de Reitor do Santuário Diocesano de Nossa Senhora dos Remédios, acumulando, até nova determinação episcopal, as funções próprias da paróquia. Ao Reitor caberá promover e organizar a vida litúrgica do Santuário, velar pela digna celebração dos sacramentos, especialmente a Eucaristia, acolher e orientar espiritualmente os peregrinos, fomentar a piedade popular em harmonia com as normas litúrgicas, cuidar da administração do Santuário conforme as exigências da Igreja e da Diocese, e colaborar com os organismos pastorais para que este lugar santo se mantenha como sinal constante da misericórdia e da bondade de Deus.

   A estrutura paroquial permanece plenamente ativa e integrada à missão do Santuário, de modo que as atividades próprias da paróquia enriquecerão e fortalecerão, com sua organização já estabelecida, a nova missão que este templo passa a assumir na vida da Diocese. Determinamos que o presente decreto seja lido solenemente na Santa Missa de proclamação do Santuário e divulgado pelos meios oficiais desta Igreja particular, para conhecimento e alegria de todo o povo fiel.

   Confiamos este Santuário ao amor misericordioso de Nosso Senhor Jesus Cristo, que confiou-nos por mãe a Virgem Maria, para que cada peregrino que aqui chegar encontre descanso para a alma, cura para suas feridas e renovada esperança na caminhada cristã. Que ela estenda seu olhar e seus braços para guiar e abençoar seu povo no caminho da santidade.

   Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação, devendo ser cumprido integralmente por todos os envolvidos.

Dado e passado em Roma, na sede deste vicariato geral, aos décimo quinto dias do mês de Julho, ano do senhor de dois mil e vinte e seis.

Ao término, todos respondem: Graças a Deus!
O Bispo diz:
Pres.: Caríssimos irmãos e irmãs, com alegria recebemos este Decreto que eleva esta igreja à dignidade de Santuário Diocesano Nossa Senhora dos Remédios. Que este lugar seja sempre casa da misericórdia, da reconciliação e da evangelização, para a glória de Deus e o fortalecimento da fé do seu povo.


ATO PENITENCIAL

O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:
Pres.: Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados, para celebrarmos dignamente os santos mistérios.

Após um momento de silêncio, 
 usa-se a seguinte fórmula:
O sacerdote diz:
Pres.: Confessemos os nossos pecados:
Todos:
℟.:
Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões,
e, batendo no peito, dizem:
por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa, E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
℟.: Amém.

Seguem-se as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kýrie eléison), caso já não tenham ocorrido no ato penitencial:
Pres.: Kýrie, eléison.
℟.: Kýrie, eléison.
Pres.: Christe, eléison.
℟.: Christe, eléison.
Pres.: Kýrie, eléison.
℟.: Kýrie, eléison.

GLÓRIA

Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade. Senhor Deus, Rei dos céus, Deus Pai todo-poderoso: nós Vos louvamos, nós Vos bendizemos, nós Vos adoramos, nós Vos glorificamos, nós Vos damos graças, por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigénito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai: Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós; Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica; Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo; só Vós, o Senhor; só Vós, o Altíssimo, Jesus Cristo; com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.

ORAÇÃO COLETA

Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o sacerdote abrindo os braços reza:
Ó Deus, que libertastes o Apóstolo São Pedro de suas cadeias e o fizestes sair ileso da prisão, rompei também as cadeias dos nossos pecados e, por vossa misericórdia, guardai-nos de todo mal. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(At 12, 1-11)

O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados:
Leitor: Leitura dos Atos dos Apóstolos:
Naqueles dias, o rei Herodes prendeu alguns membros da Igreja, para torturá-los. Mandou matar à espada Tiago, irmão de João. E, vendo que isso agradava aos judeus, mandou também prender a Pedro. Eram os dias dos Pães ázimos. Depois de prender Pedro, Herodes colocou-o na prisão, guardado por quatro grupos de soldados, com quatro soldados cada um. Herodes tinha a intenção de apresentá-lo ao povo, depois da festa da Páscoa. Enquanto Pedro era mantido na prisão, a Igreja rezava continuamente a Deus por ele. Herodes estava para apresentá-lo. Naquela mesma noite, Pedro dormia entre dois soldados, preso com duas correntes; e os guardas vigiavam a porta da prisão. Eis que apareceu o anjo do Senhor e uma luz iluminou a cela. O anjo tocou o ombro de Pedro, acordou-o e disse: “Levanta-te depressa!” As correntes caíram-lhe das mãos. O anjo continuou: “Coloca o cinto e calça tuas sandálias!” Pedro obedeceu e o anjo lhe disse: “Põe tua capa e vem comigo!” Pedro acompanhou-o, e não sabia que era realidade o que estava acontecendo por meio do anjo, pois pensava que aquilo era uma visão. Depois de passarem pela primeira e segunda guarda, chegaram ao portão de ferro que dava para a cidade. O portão abriu-se sozinho. Eles saíram, caminharam por uma rua e logo depois o anjo o deixou. Então Pedro caiu em si e disse: “Agora sei, de fato, que o Senhor enviou o seu anjo para me libertar do poder de Herodes e de tudo o que o povo judeu esperava!".
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.


SALMO RESPONSORIAL
Sl 125(126)

℟.: Maravilhas fez conosco o Senhor, exultemos de alegria!



Quando o Senhor reconduziu nossos cativos, parecíamos sonhar; encheu-se de sorriso nossa boca, nossos lábios, de canções.   ℟.


Entre os gentios se dizia: “Maravilhas fez com eles o Senhor!” Sim, maravilhas fez conosco o Senhor, exultemos de alegria!  ℟.


— Mudai a nossa sorte, ó Senhor, como torrentes, no deserto. Os que lançam as sementes entre lágrimas, ceifarão com alegria. ℟.


— Chorando de tristeza sairão, espalhando suas sementes; cantando de alegria voltarão, carregando os seus feixes! ℟.



SEGUNDA LEITURA
(1Pd 4, 12-19; 5,6-11)

O leitor dirige-se ao ambão e proclama a segunda leitura, que todos ouvem sentados:
Leitor: Leitura da Primeira Carta de São Pedro:
Caríssimos, não estranheis o fogo da provação que lavra entre vós, como se alguma coisa de estranho vos acontecesse. Pelo contrário, alegrei-vos por participar dos sofrimentos de Cristo, para que possam exultar de alegria quando se revelarem a sua glória. Se sofreis injúrias por causa do nome de Cristo, tão felizes, pois o Espírito da glória, o Espírito de Deus, relatado sobre vós. Mas não acontece alguém de vocês sofrer como assassino, ladrão, malfeitor ou intrigante. Se, porém, alguém sofrer por ser cristão, não se envergonhe. Antes, glorifique a Deus por este nome. Pois chegou o tempo do julgamento, que deve começar pela Casa de Deus. Ora, se começa por nós, qual será o fim dos que se recusam a crer no evangelho de Deus? “Se mal consegue salvar-se o justo, que fim de conduzir o ímpio e pecador?” Assim, pois, os que sofrem segundo a vontade de Deus entreguem suas vidas ao Criador, que é fidedigno, e dediquem-se à prática do bem. Humilhai-vos, pois, sob a mão poderosa de Deus, para que, na hora oportuna, ele vos exalte. Lançai sobre ele toda a vossa preocupação, pois ele é quem cuida de vós. Sede sóbrios e vigilantes. O adversário, o diabo, anda em derredor como um leão que ruge, procurando a quem devorar. Resistilhe, firme na fé, certos de que tais sofrimentos afetaram também os seus irmãos pelo mundo fora. Depois de terdes sofrido um pouco, o Deus de toda a graça, que vos chamou para a sua glória eterna, em Cristo Jesus, vos restabelecerá e vos tornará firmes, fortes e seguros. A ele pertence o poder, pelos séculos dos séculos. Amém.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO


Segue-se o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico exige.

ALELUIA, ALELUIA! 

℣.: De hoje em diante tu serás pescador de homens.

ALELUIA, ALELUIA!

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Diác.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO
(Jo 21, 15-19)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.:
O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
℣.:
Jesus manifestou-se aos seus discípulos e, depois de comerem, perguntou a Simão Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas mais do que estes?” Pedro respondeu: “Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo”. Jesus disse: “Apascenta os meus cordeiros”. E disse de novo a Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas?” Pedro disse: “Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo”. Jesus disse-lhe: “Apascenta as minhas ovelhas”. Pela terceira vez, perguntou a Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas?” Pedro ficou triste, porque Jesus perguntou três vezes se ele o amava. Respondeu: “Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo”. Jesus disse-lhe: “Apascenta as minhas ovelhas. Em verdade, em verdade te digo, quando eras jovem, tu te cingias e ias para onde querias. Quando fores velho, estenderás as mãos e outro te cingirá e te levará para onde não queres ir”. Jesus disse isso significando com que morte Pedro iria glorificar a Deus. E acrescentou: “Segue-me”.
℣.: Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.

POSSE DO CARDEAL TITULAR
O chanceler se aproxima do ambão e faz a leitura da Bula Pontifícia de Nomeação para a Diaconia:

   

 INNOCENTIVS, EPISCOPVS
SERVVS SERVORVM DEI

AD PERPETVAM REI MEMORIAM

Ao dileto filho Dom Miguel Wandermurem,
até aqui, Arcebispo Metropolitano de São Paulo,
nomeado Cardeal da Santa Igreja Romana,
saudação, paz e bênção no Senhor.


    «Ao celebrarmos a solenidade de Pentecostes, a Igreja contempla o cumprimento da promessa do Senhor, quando o Espírito Santo desceu sobre os Apóstolos reunidos no Cenáculo, revestindo-os de fortaleza, sabedoria e ardor missionário (cf. At 2,1-4). O fogo divino que então inflamou os corações dos discípulos continua, através dos séculos, sustentando a missão da Igreja e fortalecendo aqueles que são chamados a cooperar mais estreitamente na solicitude pelo povo de Deus.

    O Espírito Santo, alma da Igreja e fonte de toda santidade, continua a suscitar no meio do povo de Deus homens chamados a servir com maior proximidade a Sé Apostólica, colaborando com o Sucessor de Pedro no cuidado da Igreja universal. O Colégio Cardinalício, enriquecido pela sabedoria e fidelidade de tantos Pastores, manifesta esta comunhão viva com a missão petrina, sendo sinal de unidade, prudência e serviço.

    Entre aqueles que têm demonstrado dedicação constante à Santa Igreja, se distinguindo pela fidelidade ao Evangelho, pela firmeza no pastoreio e pelo zelo apostólico, encontramos o nosso venerável irmão Dom Miguel Wandermurem, cujo ministério episcopal tem sido marcado pela solicitude pastoral, pela atenção ao povo de Deus e pela perseverança no serviço eclesial.

    Por isso, acolhendo os pareceres amadurecidos no discernimento e desejando contar com vosso auxílio mais estreito no cuidado da Igreja universal, TE NOMEAMOS Cardeal da Santa Igreja Romana, agregando-te ao Sacro Colégio Cardinalício com o título da Diaconia de São Pedro Acorrentado (Diaconia di San Pietro in Vincoli), conferindo-te todos os direitos, prerrogativas e deveres próprios deste elevado ofício.

    A antiga Basílica de São Pedro Acorrentado recorda à Igreja o testemunho do Príncipe dos Apóstolos, que, mesmo preso por correntes humanas, jamais deixou de permanecer livre na fidelidade a Cristo. Assim também, a púrpura cardinalícia deve recordar-vos que o verdadeiro serviço eclesial exige perseverança, fortaleza e total disponibilidade ao Evangelho, mesmo diante das dificuldades e sacrifícios.

    Exortamos-vos, portanto, a acolher esta nova missão com humildade e espírito de fé, permitindo que o fogo do Espírito Santo, celebrado neste santo dia de Pentecostes, continue inflamando vosso coração no amor à Igreja, na fidelidade à Sé de Pedro e na dedicação constante ao povo de Deus.

    Anunciareis ao povo fiel vossa elevação ao Cardinalato e, no tempo oportuno, comparecereis à Basílica Vaticana para o Consistório Público, onde recebereis de nossas mãos o barrete vermelho, sinal da disposição de servir a Igreja com inteira entrega, até mesmo com o sacrifício da própria vida, se necessário.

    Venerável irmão, que o Espírito Santo vos fortaleça continuamente, para que sejas no meio da Igreja sinal de comunhão, prudência e ardor apostólico. E que, à luz do testemunho do Apóstolo Pedro, possais permanecer sempre firme na fé, constante na esperança e generoso na caridade.

    Confiamos vosso ministério cardinalício à intercessão da Bem-Aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja, e do glorioso São Pedro, para que, sustentado pela graça divina, continueis servindo ao Reino de Deus com fidelidade e amor.

Dado e Passado em Roma, no vigésimo quarto dia do mês de Maio do ano de 2026, primeiro de nosso pontificado.

Innocentivs Pp. II
Pontifex Maximvs

Terminada a leitura o bispo diz:
Pres.: Em nome da Sé Apostólica, dou-vos posse da Diaconia Cardinalícia de Sancti Petri ad Vincula.
O bispo entrega a chave da Diaconia e em seguida o báculo, o cardeal senta-se. Logo após assume a celebração e profere a homilia.

HOMILIA

s.
CREDO
NICENO-CONSTATINOPOLITANO

Todos: Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, Luz da Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para a nossa salvação desceu dos céus: e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu Reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho. Com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: e falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para a remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
℟.: Bendito seja Deus para sempre!

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
℣.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
℟.: Bendito seja Deus para sempre!

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me do meu pecado.

CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e o vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo se levanta e responde:
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Pres.: Aceitai, Senhor, os dons que vos oferecemos na festa do bem-aventurado Apóstolo Pedro e concedei que, livres dos vínculos do pecado, sejamos purificados por este sacrifício de salvação. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

PREFÁCIO DOS APÓSTOLOS I
(Os Apóstolos, pastores do povo de Deus)

Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Pres.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.

Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus todo-poderoso. Pastor eterno, vós nunca abandonais o vosso rebanho, mas o guardais constantemente pela proteção dos vossos santos Apóstolos para que ele seja conduzido por aqueles mesmos pastores que colocastes à sua frente como representantes do vosso Filho. Por isso, com os Anjos e Arcanjos, os Tronos e as Dominações e todos os coros celestes entoamos o hino da vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz:
SANTO

℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA III

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.
O sacerdote une as mãos e as estende sobre as oferendas dizendo:
Pres.: Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e  + o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo 
Une as mãos
que nos mandou celebrar estes mistérios.


Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

Pres.: Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.

Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo.
℟.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.

Pres.: Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.


1C: Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, (São Pedro Acorrentado) e todos os Santos, que não cessam de interceder phor nós na vossa presença.


2C: Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa Inocêncio e o nosso Bispo N., com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido.
Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.


3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
Une as mãos
por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.

DOXOLOGIA

Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
O povo aclama:
℟.: Amém.

ORAÇÃO DO SENHOR

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Antes de participar do banquete da Eucaristia, sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos. 
℟.:
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.:
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.

SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs com sua cruz, saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.
 
FRAÇÃO DO PÃO

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.

℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio; e reverentemente comunga o Corpo de Cristo,
Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.

Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 

Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!

COMUNHÃO

ANTÍFONA DE COMUNHÃO
(Cf. At 12,11)

Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
℣.: Pedro disse: "Agora sei, verdadeiramente, que o Senhor enviou o seu anjo e me libertou". Alimentados pelo Pão da vida, permaneçamos firmes na fé e perseverantes na missão.

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.:
Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
Restaurados por este sacramento de salvação, nós vos pedimos, Senhor: assim como vos dignastes libertar o bem-aventurado Apóstolo Pedro de suas cadeias, libertai também a nós de todo vínculo do pecado e conduzi-nos à liberdade dos filhos de Deus. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém. 

RITOS FINAIS

BÊNÇÃO FINAL

Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

Diác. ou Pres.: Inclinai-vos para receber a benção.

Pres.: Deus, que firmou a sua Igreja sobre a fé do bem-aventurado Apóstolo Pedro, vos confirme na verdadeira fé e vos conserve na unidade da Igreja.
℟.: Amém

Pres.: Cristo, que libertou o Apóstolo Pedro das cadeias e o fortaleceu na missão de apascentar o seu rebanho, vos livre de todo mal e vos torne firmes no testemunho do Evangelho.
℟.: Amém

Pres.: O Espírito Santo, que conduziu Pedro até o martírio e à glória eterna, vos fortaleça na esperança, na caridade e na perseverança, para que alcanceis a herança prometida aos santos.
℟.: Amém

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres.: E a benção de Deus todo-poderoso, Pai ✠ e Filho e Espírito Santo  desça sobre vós e permaneça para sempre.
O povo responde:
℟.: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Diác. ou Pres.: Glorificai o Senhor com a vossa vida; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
℟.: Graças a Deus!


Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

Postagem Anterior Próxima Postagem